Exposto um vídeo nas redes sociais e “booom”! O reboliço estava feito.

Com rapidez todos comentavam, riam, compartilhavam, apoiavam (ou não). No mesmo dia também foi para a rede um outro vídeo. Nesse já não se via tantos comentários, as visualizações não “bombaram” e a fama instantânea não veio. Esse vídeo que teve tal  “desvio de atenção” trazia algo relevante para toda uma cidade e seus cidadãos e cidadãs.

No primeiro vídeo (da fama momentânea) se ver sorrisos, caras alegres. Um acena com sinal de “legal” para a câmara e com ar de riso, balança a cabeça como lagartixa na parede vendo sua presa. O outro, mais escancaradamente, observa o que está falando e o olha com olhos de “mariposa apaixonada”. Esse vídeo se tornou viral com a mesma rapidez que se tornou ridículo e expôs para todos como funciona a gestão da cidade: um marionete comandada pelo bobo da corte.

No segundo vídeo (que não “viralizou”) temos novamente os dois (marionete/bobo da corte), mas dessa vez entre eles está uma das grandes referências políticas do país, o governador da Paraíba Ricardo Coutinho.

O “Mago” tornou-se exemplo de responsabilidade e trabalho transformando a realidade do Estado. Nesse vídeo, ele está entre os dois outros personagens, que dessa vez já não se encontram animados, já não há mais o ar de “mariposa apaixonada”, porém ao contrario do outro, esse vídeo traz informações de relevância para o município de Serra Branca. Nele o governador fala da tão sonhada (e preste a ser inaugurada) Escola Técnica do Cariri, fala em investimentos no Hospital Geral da cidade, fala em assuntos pertinentes a uma cidade que passa por uma gestão de brincadeira.

Por que os dois vídeos não são virais, ou não tiveram a mesma repercussão? Simples: há uma grande parte da população serra-branquense que reclama, reivindica e outra (pequena parte) que se limita as fofocas das redes sociais, inclusive os comissionados da prefeitura. Tornam-se críticas de inúmeros assuntos (irrelevantes), mas não dão a devida atenção ao que merece e quem merece, quem realmente trabalha e faz pelo povo, mesmo sem receber sinal de “legal” ou olhares apaixonados.

“Foi apenas uma brincadeira!” Eis a explicação depois de todo o “muído negativo” e da ridicularização dos agentes/atores políticos locais (marionete e bobo da corte).  

SÍNDROME DE PETER PAN

A Síndrome do Peter Pan faz a pessoa se tornar uma eterna criança que brinca com tudo e todos, a todo momento. Não é tão rara e obviamente pode acometer a qualquer um, ou a qualquer uma.

Caríssimos leitores e leitoras, cidadãos e cidadãs serra-branquenses! Aqueles que foram eleitos para gerir o município deveriam de fato fazer e não brincar de administrar. Estão transformando a que outrora fora a Rainha do Cariri, em picadeiro para suas palhaçadas (no sentido conotativo, pois tenho respeito a arte circense).

Brincadeira é bom? É sim, e como é! Mas, o respeito a coisa pública é bem melhor: respeito é bom, eu gosto!

Por Suênia Magna

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